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Dia dos fiéis defuntos, uma reflexão

finadosNo dia 02 de Novembro comemoramos o dia dos fiéis defuntos, também conhecido como dia de finados. Leia uma definição da origem desta data aqui.

Não temos como falar de morte sem falar da vida. A vida que tanto amamos e queremos manter. A vida que tanto batalhamos pela felicidade, amor e sucesso.

Vida, ah! vida…

O que seria de ti vida sem a morte? Se nunca tivesse fim a nossa existência nesta terra como seríamos? Provavelmente mais conformados, parados e pouco evoluídos.

Pergunte ao jovem do seu tempo, ele dirá: Tenho todo tempo do mundo, assim como Renato Russo.

Pergunte a um adulto sobre o seu tempo, ele dirá: Preciso objetivar meu tempo, pois preciso de mais tempo.

Pergunte a uma pessoa de idade sobre o seu tempo, ele dirá: Estou apenas aguardando o fim do meu tempo.

Sem a morte, teríamos muito tempo, mas ao mesmo tempo, não teríamos o estímulo de saber que a vida tem sabor por ser finita.

Como já disse Albert Einstein, uma frase para explicar de maneira simples a sua teoria da relatividade:

“When you sit with a nice girl for two hours, it seems like two minutes.
When you sit on a hot stove for two minutes,it seems like two hours.
That’s relativity.”
Duas horas perto de uma linda garota parecem dois minutos.
Dois minutos em cima de um aquecedor parecem duas horas.
Isto é relatividade.

Quantas e quantas vezes na nossa vida esta relatividade posta por Einstein se mostra verdadeira.

Se somos finitos e temos pouco tempo, o que devemos fazer?

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Sonhar pra quê?

Muitos dizem que sonhar é para inocentes, para quem não tem metas na vida, para quem acha que a vida é um brinquedo.

Discordo.

Sonhar é para os fortes. Os fracos são aqueles que executam os sonhos daqueles que ousaram dormir, sonhar, planejar e executar.

Sonhar é para encontrar o alento para as dificuldades.

Não devemos fazer do sonho nossos senhores, mas sonhar faz parte da criação de novos produtos e negócios, sonhar recupera as energias para um novo dia produtivo de trabalho, sonhar é o alimento da alma e do coração.

Divido as palavras de Walt Disney sobre sonhar:

 

Durmo para…

“E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…

Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.

Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.

Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.

Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.

Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.

Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.

Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.

Deixei de me importar com quem ganha ou perde.

Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.

Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.

Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de”amigo”.

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.

Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.

Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…

Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.

E desde aquele dia já não durmo para descansar… simplesmente durmo para sonhar.”

Walt Disney

 

Então, sonhar pra quê?

Para se tornar alguém melhor, mais produtivo, uma pessoa que busca os seus objetivos, sejam em sonhos de sono ou acordados, enfim, alguém que não tem medo de ser alguém melhor a cada dia que passa.

Quais são os seus sonhos?

Destes sonhos, quais você executou efetivamente?

Quais ainda planeja executar?

Algum você desistiu? Porque?

Algum sonho ficou pela metade me sua execução? Porque?

Parece simples, mas toda a sua vida cada nestas cinco perguntas, pense bem antes de responder….

Sonhar pra quê mesmo?

Você decide.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

O que significa implantar um software?

Para muitos, implantar um software significa dor de cabeça. Para outros uma experiência traumática. Para outros, ainda, parece algo sem fim, que nunca termina.

Há muitos anos lido com softwares jurídicos e suas implantações, treinamentos e necessidades e realmente pode até parecer simples, mas não é simples implantar um software.

Há necessidade de planejamento. Treinamentos. Quebra de cultura da equipe. Criação de manuais. Definição de necessidades e pessoas focadas nestas necessidades. Tempo para que tudo isto se solidifique internamente.

Isto tudo sem contar com as exceções e contratempos, que podem acontecer. E acontecem.

Claro, não é uma tarefa impossível. É uma tarefa que precisa ser planejada e cuidada com carinho para ser o menos traumática possível.

Uma interessante abordagem foi trazida pelo colega de LinkedIn Gilberto Seródio Silva, num debate nosso em um grupo sobre processo eletrônico, onde ele dividiu um site que tem 12 principais erros no momento de implantação do software. Divido para deleite de vocês:

 

01 – Falha na designação do Gestor do Projeto: Muitos gestores de Projetos são alocados pela disponibilidade e não pela habilidade e competência exigidas pelo projeto. Também há falhas nos programas de capacitação dos profissionais.

Busque Gestores com Competências alinhadas às necessidades reais dos projetos e invista em capacitação.

02 – Falha na alocação da equipe: Muitos projetos também são prejudicados pela falta de definição de papeis e responsabilidades; falha na geração do senso de urgência; falha na definição do sucesso do trabalho; etc. Esse ponto está muito relacionado à estratégia e comunicação.

Busque a comunicação efetiva, clara, objetiva ao efetuar a designação de papéis e responsabilidades.

03 – Falha no no suporte executive:  Muitos projetos são deixados ao relento pelos executivos, ao passo que eles deveriam comprar a idéia do projeto. Essa falha é uma via de 2 mãos.

Busque patrocínio efetivo na hierarquia e/ou de profissionais com influência na organização.

04 – Muitos projetos sendo conduzidos ao mesmo tempo: A estratégia de condução de muitos projetos ao mesmo tempo é contraproducente e faz com que a produtividade (e qualidade) caia. Até o exemplo do motorista fazendo múltiplas coisas ao dirigir cabe aqui.

Busque a redução dos projetos concorrentes de 25% a 50%. A qualidade e a produtividade será melhorada.

05 – Comunicação (regular) ineficiente: Muitos especialistas consideram a comunicação como o principal fator de auxílio no sucesso. De fato, tente levantar as necessidades com uma comunicação falha.

Busque a comunicação constante sobre a evolução, necessidades e situações do projeto em geral.

06 – Falha na gestão de Escopo: O escopo precisa ser específico; a frequência na alteração de escopo irá prejudicar como uma bola de neve.

Busque auxilio em Analistas de Negócio ao definir o escopo. Busque uma maneira de acompanhar constantemente e trate as mudanças como um mini-projeto a ser conduzido em momento oportuno. Foco!

07 – Estimativa agressiva e/ou otimista: Muita pressão e a política da “boa vizinhança” conduzem a estimativas pobres.

Avalie bem para que as estimativas sejam as mais realistas possíveis.

08 – Falta de Flexibilidade: Foco excessivo no plano efetuado sem o olhar para novas informações e/ou novas sugestões.

Busque a reavaliação de seu projetos frente às novas sugestões e informações que estejam disponíveis. Aliás, esse processo de reavaliação do projeto precisa ser planejado e conduzido e todos os projetos.

09 – Falta de um Sistema de Acompanhamento de Mudanças: Projetos avaliados sem uma boa consideração das alterações efetuadas.

Busque a criação de um processo claro a ser seguido para registro e acompanhamento de mudanças.

10 – Microgestão: Muitos gestores gostam de acompanhar o projeto nos mínimos detalhes. Aqui cabe bem o exemplo: Um foco excessivo no rato, enquanto o elefante passando pela lateral não é visto.

Não seja uma babá para a equipe do projeto. Encoraje, mantenha a informação e tenha foco no que realmente importa.

11 – Crença de que software pode resolver tudo: Muitas ferramentas são utilizadas apenas como um checklist e muitos problemas são colocados sob o software em utilização, perdendo-se o foco nos processos e no projeto em si.

Busque a ferramenta que melhor se encaixe a sua organização e efetue treinamento na mesma.

12 – Falha na Definição de Métricas de Sucesso (e ou fracasso): É de fundamental importância deixar claro, logo de início, o que será considerado ao avaliar o sucesso do projeto. Conheça as expectativas de cada stakeholder (lembrou-se da comunicação aqui?)

Fonte: http://athem.net.br/blog/2012/09/as-12-principais-falhas-na-conducao-de-projetos/

 

Você se identificou com alguns dos itens? Todos? Cuidado…

Lembre-se que você investiu muito dinheiro no software, mas nem se compara ao dinheiro que pode perder se deixar esta implantação perdurar sem rumo, sem equipe e sem foco.

 

Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br