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Marketing Jurídico: O que não fazer

Iniciamos com um vídeo:

Marketing Jurídico

(se não abrir, baixe aqui: http://www.gestao.adv.br/MktJuridico.mp4)

Depois deste vídeo, tiramos algumas conclusões, não é mesmo?

+ Uma kombi não é um bom lugar para publicidade;

+ Música tem que ser adequada ao contexto;

+ Vender o seu trabalho na feira não se traduz em resultados práticos;

+ Precisamos mais do que descontos e parcelamento em 18 vezes para termos trabalho;

Enfim,

Marketing não é propaganda, nem mesmo propaganda de mau gosto.

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[Opinião/Podcast] Marketing Jurídico

Nesta semana teremos podcasts de opinião do nosso editor Gustavo Rocha sobre diversos temas.

Hoje, o tema é marketing jurídico.

Acesse e ouça: http://www.gestao.adv.br/OP_MktJuridico.mp3

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Article by Gustavo Rocha

GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology

Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.

Mobile: [51] 8163.3333 |

Contact: gustavo@gestao.adv.br [Mail, Skype, HangOut, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]  |

Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br |

Email, Facebook, Twitter. Qual o melhor marketing?

emailUma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que o email marketing continua sendo uma fonte poderosa de vendas, chegando a vender mais do que 40% frente ao Facebook e ao Twitter.

Uma realidade que penso que já mudou, apesar da pesquisa ser recente.

Vejamos primeiramente a reportagem:

Se a sua caixa de e-mails permanece lotada de mensagens publicitárias – apesar de você estar cada vez mais ativo nas redes sociais -, entenda que isso acontece por um motivo muito simples: segundo pesquisa da consultoria McKinsey&Company, o uso do e-mail para atingir o consumidor é 40 vezes mais eficiente do que Facebook e Twitter juntos. 

O estudo baseia-se no comportamento digital dos norte-americanos, entre os quais 91% consultam o correio eletrônico diariamente e se mostram três vezes mais propensos a adquirir produtos por este canal em relação às redes sociais. A maioria dos entrevistados, entretanto, prefere acionar os os buscadores para pesquisar e definir suas compras online.

A consultoria destaca que as empresas não devem entender o resultado do estudo como um incentivo para aumentar o bombardeio de spams. Até porque o comportamento do consumidor tem apresentado mudanças. De acordo com a pesquisa, o tempo médio dispensado ao e-mail caiu 20% entre 2008 e 2012 e passou a ser dividido com aplicativos nos smartphones e tablets.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/39886/39886

Discordo veementemente da pesquisa.

Cada vez mais temos mensagens indesejadas capturadas no spam de nossos servidores.

Cada vez mais lemos menos algo que chega ao nosso encontro sem que tenhamos pedido por isto.

Cada vez mais buscamos conteúdos atrativos a nossa realidade e não qualquer coisa que seja enviada será lida.

Cada vez mais bloqueamos mensagens que recebemos por email como spam, ou seja, não iremos receber mais nada daquele fornecedor, seja pelo email que ele cadastrou para enviar, seja por palavras chave e a nossa tolerância para email é muitas vezes menor do que aceitarmos uma propaganda no Facebook, por exemplo.

Aliás, cada vez mais temos menos tempo para ler as coisas que não pedimos, pois vivemos em um excesso de informação.

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