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[Semana da Reflexão] A história de uma folha

Nesta semana irei trazer textos de reflexão, com alguns comentários profissionais, para iniciarmos o ano pensando em como podemos fazer diferente e fazer a diferença!

Hoje temos uma linda história de Leo Buscaglia:

 

A HISTÓRIA DE UMA FOLHA
LEO BUSCAGLIA

Era uma vez uma folha, que crescera muito. Surgira na primavera, como um pequeno broto num galho grande, perto do topo de uma árvore alta. A folha estava cercada por centenas de outras folhas , iguais a ela. Ou pelo menos parecia. Mas não demorou muito pra que descobrisse que não havia duas folhas iguais, apesar de estarem na mesma árvore.

Todas haviam crescido juntas. Aprenderam a dançar à brisa da primavera, a se esquentar ao sol de verão, a se lavar na chuva fresca…

Os passarinhos vinham pousar nos galhos e cantar, havia sol, lua, estrelas, tudo….
As pessoas íam ao parque, sentar à sombra da árvore, no verão. E esse é o propósito da árvore – uma razão para existir!

Tornar as coisas mais agradáveis para os outros é uma razão de existir. Proporcionar sombra aos velhinhos, oferecer um lugar fresco para as crianças brincarem. Abanar as folhas como brisa…

E assim o verão foi passando. A folha admirava tudo, olhava tudo…

E chegou o frio. A folha ficou assustada, nunca sentira frio, e todas as outras folhas estremeceram com o frio, ficaram todas cobertas por uma camada fina de branco, que num instante derreteu e deixou-as encharcadas de orvalho, faiscando ao sol.

Foi a primeira geada… O inverno viria em breve.

Quase que imediatamente, toda a árvore se transformou num esplendor de cores. Quase não restava nenhuma folha verde. Amarelo, laranja intenso, vermelho ardente, dourada. Um arco íris de folhas!

E porque ficaram diferentes?

Por que tiveram experiências diferentes, receberam o sol de maneira diferente, projetaram sombras de maneira diferente. Era o outono chegando…

E a mesma brisa que, no passado as fazia dançar, começou a empurrar e puxar suas hastes, quase como se estivesse zangada. Isso fez com que algumas folhas fossem arrancadas de seus galhos e levadas pela brisa, reviradas pelo ar, antes de caírem suavemente ao solo. E é isso que acontece no outono, algumas pessoas chamam de morrer…

E a cada folha que caía, a árvore ía ficando despida. Como se cada folha fosse morrendo… E elas voltam na outra primavera? Mistério… Talvez não, mas a vida volta. E qual a razão para tudo isso?

A razão das folhas é dar sombra, brisa… e quando caem, elas dão força para as árvores, como se entrassem em suas raízes. As folhas “voltam” dando vida novamente.

A folha caiu… não sabia que se juntaria com a água e serviria para tornar a árvore mais forte.

E, principalmente, não sabia, que ali, na árvore e no solo, já havia planos para novas folhas na primavera.

 

Você foi demitido? Está achando que seu profissionalismo acabou?

Assim como a folha, tudo na vida se renova. Aquilo que você está achando ruim hoje pode ser justamente necessário para o seu crescimento, sua maturidade profissional.

Pense sem as amarras do sentimento. Pense claramente com a sua razão:

O que você está fazendo para fazer a diferença profissionalmente?

Quanto de conhecimento você agregou?

Quanto de confiança e liderança você emana?

Todos somos como folhas nesta vida… Chega uma hora que vamos voltar a ser pó, já que de lá viemos. Agora, a vida é feita de momentos. Então, podemos dizer logicamente, que cada momento, cada pedaço de vida tem um início, meio e fim. Um trabalho é assim. Um namoro, casamento também pode ser. Tanto na vida pessoal como na vida profissional temos esta verdade. O importante não é pensar no fim, é pensar em como cada momento será curtido, sentido, vivido com toda sua intensidade.

Não aceite a monotonia e a metade na sua vida. Seja inteiro em tudo que fizeres. Doe-se ao seu trabalho, doe-se ao seu amor. O mais importante é doar-se, pois somente podemos dar aquilo que somos, então, somente através do doar podemos ser verdadeiramente nós mesmos.

Ame. Aprenda. Amadureça, mas nunca esqueça de tomar um banho de chuva, de dizer te amo, de estar junto com quem te faz bem. Penso que este é o ensinamento da folha. E você, o que acha?

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

 

25 razões para dizer SIM!

O título não é uma tentativa desesperada para alguém casar com outra pessoa e achar uma razão para isto.

O título é uma chamada a reflexão da nossa atitude diária. Este artigo foi baseado no artigo de Craig Jarrow.

Você pode ler o artigo original aqui.

Dizer sim pode parecer fácil, mas não é. Dizer sim acarreta responsabilidades, visão de todo do negócio e principalmente coragem de dizer e não voltar atrás.

Agora reflita:

Já pensou em quantas vezes dizemos não ao invés de dizermos sim?

Já pensou que o não pode ser desnecessário em determinados casos?

Já pensou que dizer sim é ser mais feliz e, portanto, mais eficiente no trabalho?

Dizer não é dizer sim, já dizia a música do kid Abelha. Agora, porque falamos mais o não do que o sim?

Muitas vezes por medo, receio de errar, por não querer assumir riscos. É muito mais fácil dizer não faça isto. Afinal, se você fizer e der certo o crédito é seu. Se você fizer e der errado eu posso ser responsabilizado. Muitos pensam assim, infelizmente.

Dizer sim e assumir as responsabilidades – desde que com planejamento e visão – pode ser acertado para qualquer empresa, para qualquer pessoa.

A lista do artigo original dos 25 motivos para dizer sim estão abaixo:

25 Things to Say Yes To… 25 coisas para dizer Sim para …

  1. Yes to a positive attitude. Sim a uma atitude positiva.
  2. Yes to bringing solutions instead of problems. Sim, em vez de trazer soluções de problemas.
  3. Yes to helping a friend or colleague. Sim para ajudar um amigo ou colega.
  4. Yes to seizing today. Sim para a apreensão de hoje.
  5. Yes to finding answers. Sim para encontrar respostas.
  6. Yes to your goals. Sim para seus objetivos.
  7. Yes to your passion. Sim, a sua paixão.
  8. Yes to your spouse or significant other. Sim para o seu esposo ou outro significativo.
  9. Yes to your kids. Sim para os seus filhos.
  10. Yes to mending fences. Sim para remendar cercas.
  11. Yes to finishing that lingering task. Sim para terminar esse persistente tarefa.
  12. Yes to doing, not trying, but doing. Sim para fazer, e não tentar, mas fazendo.
  13. Yes to turning off your phone/email. Sim para desligar o telefone / e-mail.
  14. Yes to working out. Sim para trabalhar fora.
  15. Yes to telling someone you care. Sim para dizer a alguém que você se importa.
  16. Yes to forgiveness. Sim para o perdão.
  17. Yes to new things. Sim para as coisas novas.
  18. Yes to doing the right thing. Sim para fazer a coisa certa.
  19. Yes to reaching out to someone. Sim para estender a mão a alguém.
  20. Yes to giving a compliment. Sim para dar um elogio.
  21. Yes to doing just a little more. Sim para fazer apenas um pouco mais.
  22. Yes to learning a skill. Sim para aprender uma habilidade.
  23. Yes to standing up for what you believe in. Sim para defender o que você acredita dentro
  24. Yes to love. Sim ao amor.
  25. Yes to yourself. Sim a si mesmo.

E você? Diz SIM por qual razão?

Lembre-se que primeiro você é uma pessoa com seu conhecimento, habilidade, inteligência, sentimento e verdade antes de ser qualquer profissional. Refletir sobre isto pode trazer a paz interior que necessita para evoluir, criar inteligência emocional, enfim, alcançar o sucesso!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Vaidade, ah! Vaidades

O que seria da vaidade se não fosse quem a cultiva?

Já pensaste nisto? E nas consequências da vaidade?

Temos inúmeros exemplos no universo empresarial da vaidade. São gerentes querendo pisotear funcionários, sócios mal educados e ríspidos, pessoas promovidas pela beleza física e por aí vai.

Tudo vaidade.

Tudo porque o ser humano que assim vive ainda está incompleto na sua essência.

Tudo porque o ser humano que assim procede está sendo decadente em sua existência.

Diz que vaidade no Hebraico significa sopro/vapor que se dissipa no ar.

Nada mais justo, não é?

A vaidade é algo que sequer tem possibilidade de existir por muito tempo, é como o sopro que vai para o ar, com suas partículas gasosas desalinhadas e sem força de coesão entre si, ou seja, se esvai pela falta de conteúdo e energia.

Como identificamos a vaidade no universo empresarial?

Modificando a pergunta acima. Se procuras a vaidade, encontrarás a mesma no individuo. Vaidade é pessoal, não é coletivo.

Por óbvio, não discorro aqui sobre a vaidade no âmbito de autoestima do ser humano, onde ser vaidoso, bem arrumado, asseado e cortês é tudo de bom para si e para os outros.

Aqui, estamos abordando a vaidade com deficiência de maturidade emocional. A vaidade que as pessoas tem, usam e quando estão com poder na mão, sai de baixo! Querem apenas viver neste sopro de pseudo poder.

Identificar este tipo de vaidade nas pessoas que convivemos parece simples, mas não é.

Aqueles que usam a vaidade como arma, são sorrateiros, fazem sem muito alarde e somente são cruéis quando lhes convém.

Os vaidosos comuns identificamos com um olhar ou 5 minutos de conversa.

Assim como na imagem deste post, o vaidoso pensa que é rei, mas está acorrentado ao espelho que justifica sua falta de valores interiores.

Você pensa e analisa seus valores? Sua forma de pensar?

Ou apenas defende sua opinião da mesma forma porque sempre foi assim?

Permita-se ser diferente.

Permita-se pensar e criticar seus próprios procedimentos.

Permita-se viver conforme novas regras e percepções.

Somente sua própria análise poderá conceber se a sua vida é um espelho ou a realidade plena.

E o que fazer com os que são vaidosos e não sabem/querem mudar?

Duas atitudes, ao meu ver. Uma ser tolerante. Outra, ser verdadeiro com a pessoa.

Ser tolerante não significa ser conivente. Ser tolerante significa agir conforme a sua própria consciência e não deixar que a vaidade de outra pessoa seja um problema para a sua pessoa. Lembre-se que somente posso me deixar incomodar por situações alheias a mim mesmo, se eu permitir.

Seja dono do seu templo interior. Seja tolerante.

Igualmente, devemos ser verdadeiros e sinceros. Não precisamos ser rudes e sair dizendo isto ou aquilo. Usando a tolerância, demonstramos em atitudes de tolerar, reagir com parcimônia, dizer com tranquilidade e expor pontos de vista que a pessoa está sendo intransigente, egoísta e, portanto, vaidosa.

Nada adianta nos preocuparmos com planejamento, orçamento, tecnologia, gestão e tudo mais, se a principal força motriz da empresa estiver avariada: As pessoas.

Cuide do seu plantel de seres humanos ativos em produção e energia dentro da sua corporação. O sucesso vem justamente destas atitudes próativas.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

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