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7 dicas orçamentárias para 2013

Quando pensamos em orçamento, pensamos em receita, despesa, lucro, saldo, enfim, números. E mais, o que fazer com eles.

Existem muitos artigos buscando ensinar a receita certa, aquela que não falha nunca.

Penso que somente uma receita é certa: Gaste menos do que você ganha. Assim, sempre poderá investir ou gastar naquilo que quiser.

Óbvio, se fosse tão simples, todos fariam e não teríamos dificuldades financeiras. Ocorre que precisamos correr riscos, precisamos buscar empréstimos, crescer, contratar, enfim, fazer o negócio girar.

As dicas orçamentárias abaixo são generalistas, contudo merecem ser pensadas no plano pessoal e profissional. Quando nos permitimos pensar, abrimos a possibilidade de planejamento, execução e crescimento.

Vamos as dicas:

1- Aposentadoria: aumente suas contribuições para uma futura aposentadoria, para garantir que você tenha uma boa quantia quando precisar. O educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, recomenda analisar o quanto se ganha e por quanto tempo se pretende manter o padrão de vida atual para escolher o melhor plano de previdência. 

2- Plano de Saúde: caso você não tenha um, considere contratar uma operadora de plano de saúde, pois dessa forma é possível economizar em despesas médicas. Domingos lembra que os gastos com a saúde aumentam junto com a idade, por isso vale procurar um plano que caiba no bolso e atenda às necessidades do usuário.  

3- Economia: procure guardar uma quantidade de dinheiro todos os meses. “O importante é criar o hábito de guardar dinheiro”, explica o educador, e de preferência que não seja o que sobra do mês, pois dessa forma dificilmente irá sobrar. Domingo recomenda que separe o valor desejado assim que você receber o salário, evitando com que a quantia faça parte das contas do mês.

4- Emergência: tenha sempre um dinheiro extra para emergências, de preferência uma quantia equivalente a seis meses da renda atual. Se for possível, estenda o valor para até 12 meses de salário, aconselha o educador.

5- Gastos: reveja as contas do ano anterior e identifique quais foram os maiores gastos. No entanto, o especialista sugere identificar todos as contas. “Os pequenos gastos são os mais importantes para manter um orçamento saudável”, explica, pois é onde as pessoas costumam se descontrolar na economia.

6- Cortes: avalie se existe a possibilidade de reduzir ou cortar gastos. Prefira cortar os gastos em excesso, de acordo com o educador, em média, uma família utiliza do orçamento 26% com gastos em excesso por mês. 

7- Descontos: verifique se você se qualifica para receber algum tipo de desconto para empregados do seu trabalho, do seguro, associados de algum grupo e até sites de descontos. “É interessante buscar novos caminhos para economizar, porém é preciso tomar cuidado para não comprar o que não precisa”, afirma.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/planeje-suas-financas/noticia/2664039/mudancas-para-fazer-orcamento-nos-proximos-meses

 

Pratique cada uma das dicas no seu dia a dia. Aplique e veja as consequencias.

Além destas dicas gerais, deixo mais 7 dicas minhas para 2013 específicas ao mercado jurídico:

1. Não descuide do marketing, nem das despesas.

2. Avalie seus clientes e pense em novos produtos para eles.

3. Não perca tempo com bobagens. Seja objetivo e ganhe tempo para sua família e novos relacionamentos.

4. Trate bem seus funcionários e não demita ninguém quando estiver irritado ou decepcionado. Manter as portas abertas é fundamental.

5. Cumprimente as pessoas. Gentileza gera gentileza. Cordialidade mantém o clima ao seu redor sempre bom.

6. Quer mais dnheiro? Pense primeiro no trabalho, negócio e seja aberto a novas possibilidades. Lembre-se: dinheiro é consequencia e não causa.

7. Enfim, ame o que faz. O amor sim é uma excelente causa.

 

Agora, basta uma coisa: Mãos a obra!
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

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Poupar? Eis a questão!

No dia 31 de Outubro temos o dia mundial da poupança. Uma data que pode passar desapercebida por muitos, mas é fundamental na essência da vida de cada um de nós.

Devemos poupar. Sempre.

Poupar apenas dinheiro? Claro que não.

Devemos poupar os outros de nossas melancolias e tristezas, pois primeiro devemos aprender a lidar com elas.

Devemos poupar os outros de nossa vontade de chutar o balde, pois a perda de paciência é nossa.

Devemos poupar os outros de nossos preconceitos, pois quem forma os nossos conceitos somos nós mesmos.

Justamente por nós mesmos formarmos nossos conceitos, deveríamos pensar mais no financeiro de nossas vidas e empresas.

Isto mesmo: De nossa vida também, afinal, somos carne, osso e espírito e nos dividimos entre amor, fé e trabalho e não apenas trabalho.

Você já parou para analisar qual é o seu perfil? Poupador, gastador, mão de vaca, sovina, esbanjador?

A qualquer momento – justamente por você ter o livre arbítrio e poder mudar a sua vida – você pode mudar de perfil, se assim desejar.

Então, vamos começar a pensar no porque razões poupar é um bom negócio.

Primeiro, poupar não dói. Isto mesmo, você só consegue poupar aquilo que já ganhou, então, poupar não é um problema, faz parte da solução.

Segundo, poupar não empobrece. É verdade, aquele que poupa, consegue adquirir mais.

Terceiro, poupar não faz mal. Bem pelo contrário, quem guarda o que tem, a pedir não vem. E, se não pedir para quem lhe cobra juros, melhor ainda, não é mesmo?

Algumas pessoas pensam que poupar somente deve acontecer quando temos muito dinheiro ou estamos cem por cento economicamente. Não funciona assim.

Poupar deve ser um hábito constante e efetivo. Ganhou R$ 10,00 (dez reais)? Que tal guardar R$ 1,00 (um real)?

Parece pouco, mas o hábito faz o monge e não a sua vestimenta. Vamos supor que você ganha R$ 1.000,00 (mil reais por mês) e você começa a guardar R$ 50,00 (cinquenta reais) – equivale a 5% do valor – todo mês. Em um ano, você terá guardado mais de R$ 600,00 (seiscentos reais). Com cinquenta reais você faz uma saída em restaurante com a patroa e olhe lá, daqueles baratinhos… Com seiscentos, a festa no final do ano fica mais farta, não é verdade?

Se guardando pouco já conseguimos juntar um bom valor, imagine você que tem 13 salário, férias e em algumas empresas, participações nos lucros?

Este é o momento certo para pensar no futuro e começar a guardar algo.

Pensa que isto vale apenas para funcionários? Ledo engano.

As empresas precisam fazer o mesmo raciocínio para se manterem lucrativas.

Se a empresa adotar um percentual (de no máximo 10%) para fundo de reserva e reinvestimento de cada mês sobre um determinado valor de faturamento ou sobre todo valor de faturamento (olha que esta é uma dica simples e prática, dá para pensar em muito mais detalhes), antes de definir o seu lucro líquido, a empresa vai formar um caixa necessário para qualquer eventualidade de mercado e mais, para investir em melhorias para ser um destaque de mercado.

Como funciona?

Sua empresa faturou bruto cem mil reais. Sua despesa é de sessenta mil reais. Ao invés de distribuir quarenta mil, coloque como despesa, ou seja, como saída o valor do reinvestimento, vamos supor neste caso de dez mil. Assim, faturou cem, tem despesa de setenta (e não sessenta) e distribui aos sócios trinta mil. E os dez mil de reserva? São reinvestidos durante o ano, guarda-se um pouco para o ano seguinte e no final do ano, tem bonus para todo mundo.

Não precisa fazer mágica ou planos mirabolantes. Comece a poupar hoje mesmo e daqui a um ano veja como você estará.

Simples assim. 

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

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Poupar ou não, eis a questão?

Dia 31 de Outubro é o dia mundial da poupança. Uma data que pouca gente conhece esta data e talvez menos ainda exercite este gesto.

Um erro não exercitar este gesto. Poupar é sempre um bom negócio. Investir é importante, gastar também, mas poupar vem antes.

Como assim?

Para investir em algo ou até mesmo simplesmente gastar, preciso ter pelo menos o dinheiro ou crédito. Se tenho o dinheiro, ótimo, invisto ou gasto. Se tenho apenas o crédito, melhor observar se terei o dinheiro na hora de pagar, senão a conta fica impossível de suportar, pois a taxa de juros no Brasil é de amargar.

E no seu negócio?

Para alguns, parece impossível ter uma reserva financeira. Isto é um erro comum que precisa ser evitado. Você já pensou que ao guardar uma pequena parte do que fatura todo mês você terá sempre uma reserva para as adversidades do mercado?

Principalmente os profissionais liberais precisam desta realidade no seu dia a dia.

A pergunta é: Como fazer para poupar?

Eu respondo em três etapas:

1. Identificar os gastos;

2. Organizar os recebimentos;

3. Gerenciar os itens 1 e 2 para poupar;

Identificar os gastos

Muitos sequer sabem o que são centros de custo… Você imagina que o seu escritório tem duas áreas, cível e trabalhista. Existem despesas comuns a estas duas áreas: secretária, aluguel, telefone, etc. Mas, existem despesas que podem ser específicas de cada uma: advogados, estagiários, etc.

Se você separar as despesas de cada área pela área, ou seja, o advogado trabalhista fica na despesa trabalhista, junto com 50% do aluguel, 50% do telefone, etc, você estará tendo as despesas dentro de um centro de custo, de maneira individual.

Organizar os recebimentos

Divido este tópico em dois: Unidades de custeio e valores não cobrados.

Se você sabe o quanto gasta em cada área, conforme exemplo acima, porque não saber de onde vem o dinheiro?

Isto é a idéia de unidade de custeio. Saiba de onde estão vindo os recursos e os lance por área. Ao fazer desta forma, você saberá qual área está se pagando, qual está deficitária e poderá tomar decisões mais gerenciais em cima destes números.

Outra questão fundamental que encontramos em vários escritórios é a não cobrança dos honorários. Por mais incrível que isto possa parecer, muitos escritórios tem valores bons para serem cobrados e não o fazem.

Se você se encontra nesta situação, que tal cobrar estes valores e colocar o que receber numa poupança?

Gerenciar itens 1 e 2

Se você souber de onde recebe, aonde gasta e como arrecadar valores a mais para poupar, você está gerenciando bem os itens 1 e 2.

Se você acha que não consegue poupar porque nunca sobra dinheiro, pare de reclamar e busque alternativas de recebimento, bem como gerencie muito bem seu financeiro e corte coisas inúteis ou supérfluas que tem de gastos.

Sempre há gargalos de gastos, observe isto.

Enfim,

Poupar ou não, eis a questão? Ora, sim, pois não!

 

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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