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Email, Facebook, Twitter. Qual o melhor marketing?

emailUma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que o email marketing continua sendo uma fonte poderosa de vendas, chegando a vender mais do que 40% frente ao Facebook e ao Twitter.

Uma realidade que penso que já mudou, apesar da pesquisa ser recente.

Vejamos primeiramente a reportagem:

Se a sua caixa de e-mails permanece lotada de mensagens publicitárias – apesar de você estar cada vez mais ativo nas redes sociais -, entenda que isso acontece por um motivo muito simples: segundo pesquisa da consultoria McKinsey&Company, o uso do e-mail para atingir o consumidor é 40 vezes mais eficiente do que Facebook e Twitter juntos. 

O estudo baseia-se no comportamento digital dos norte-americanos, entre os quais 91% consultam o correio eletrônico diariamente e se mostram três vezes mais propensos a adquirir produtos por este canal em relação às redes sociais. A maioria dos entrevistados, entretanto, prefere acionar os os buscadores para pesquisar e definir suas compras online.

A consultoria destaca que as empresas não devem entender o resultado do estudo como um incentivo para aumentar o bombardeio de spams. Até porque o comportamento do consumidor tem apresentado mudanças. De acordo com a pesquisa, o tempo médio dispensado ao e-mail caiu 20% entre 2008 e 2012 e passou a ser dividido com aplicativos nos smartphones e tablets.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/39886/39886

Discordo veementemente da pesquisa.

Cada vez mais temos mensagens indesejadas capturadas no spam de nossos servidores.

Cada vez mais lemos menos algo que chega ao nosso encontro sem que tenhamos pedido por isto.

Cada vez mais buscamos conteúdos atrativos a nossa realidade e não qualquer coisa que seja enviada será lida.

Cada vez mais bloqueamos mensagens que recebemos por email como spam, ou seja, não iremos receber mais nada daquele fornecedor, seja pelo email que ele cadastrou para enviar, seja por palavras chave e a nossa tolerância para email é muitas vezes menor do que aceitarmos uma propaganda no Facebook, por exemplo.

Aliás, cada vez mais temos menos tempo para ler as coisas que não pedimos, pois vivemos em um excesso de informação.

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Quanto custou o processo? #DepartamentoasQuintas

custoVocê sabe quanto custa o processo judicial que enfrenta a sua empresa?

Não estamos discorrendo apenas de custas, honorários, etc, vamos falar mais: O preço dele para a sua marca, o valor dele no contexto de um acordo, o tempo e pessoas envolvidas.

Sobre custas, honorários, etc uma recente pesquisa nos demonstrou de forma eficiente:

“As empresas brasileiras estão presentes em 83% das ações judiciais que tramitam no país e gastam muito para se defender, entrar ou manter processos no Judiciário. O comprometimento de suas finanças chega a quase 2% do que faturam em um ano. Percentual que, em 2012, representou R$ 110,96 bilhões. Em volume, o maior número de ações envolve as discussões com consumidores, mas as maiores brigas em valores, referem-se ao pagamento de tributos federais.”

“Os dados, inéditos, estão no estudo “Custo das empresas para litigar judicialmente” que busca, como o nome indica, qualificar e quantificar e o quanto as companhias brasileiras despendem anualmente em questões levadas ao Judiciário.”

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Qual é o foco mesmo?

size_590_Daniel-GolemanSegundo o americano Daniel Goleman, psicólogo e Ph.D. da Universidade Harvard, criamos uma geração sem foco.

“Sua obra mais recente, Foco, defende que — num momento em que a tecnologia e o excesso de informação geram distrações a cada minuto — criou-se uma geração sem foco, com dificuldade­ de desenvolver a capacidade de concentração. Mas, para ele, a atenção é como um músculo que pode ser treinado. E quem consegue chegar lá tem ideias melhores e mais criativas”.

A Exame.com entrevistou Goleman e divido com vocês a entrevista:

 

EXAME – O senhor defende que as pessoas nunca estiveram tão desfocadas. Quais são as consequências?

Daniel Goleman – Estamos sem tempo para refletir. Sem essa pausa não conseguimos digerir o que está acontecendo ao redor. Os circuitos cerebrais usados pela concentração são os mesmos que geram a ansiedade. Quando aumenta o fluxo de distrações, a ansiedade tende a aumentar na mesma proporção.

Precisamos ter um momento, no trabalho e na vida, para parar e pensar. Sem concentração, perdemos o controle de nossos pensamentos. Mas o oposto, quando estamos muito atentos, também é um problema. Nos tornamos vítimas de uma visão restrita e da mente estreita. É preciso dar equilíbrio a isso.

EXAME – Como escapar dessa armadilha?

Daniel Goleman – Dormir bem ajuda na concentração. Mas o melhor exercício é criar um período em que as interrupções sejam proibidas. Isso significa não ter reuniões, receber ligações, ver e-mails ou ter contato com qualquer outra fonte de distração. Isso pode ser feito antes do trabalho ou durante o expediente, em uma sala de reuniões por pelo menos 10 minutos.

Os chefes precisam entender que, para ter bons resultados, suas equipes devem ter tempo para se concentrar. E isso significa dar a oportunidade a elas de ter momentos sem interrupções.

No Google, por exemplo, os funcionários têm sido incentivados a parar por alguns minutos durante o dia e prestar atenção na própria respiração. Isso faz com que o circuito do cérebro responsável pela concentração seja ativado.

EXAME – Segundo seus estudos, existem três tipos de foco: o interno, o externo e o empático (voltado para o outro). O interno é a habilidade de se concentrar, apesar do que há ao redor. O externo é a capacidade de análise do ambiente. E o empático é a competência de prestar atenção em alguém. Por que é importante classificá-los dessa maneira? 

Daniel Goleman – Para saber quando e como usar cada um na situação certa. O foco interno, por exemplo, é a chave para o profissional se motivar, ter metas, se controlar. Todos os profissionais precisam disso. O foco externo ajuda na leitura dos sistemas de maneira ampla.

É com ele que conhecemos quem são os competidores, como está o mercado, a economia e quais são as mudanças tecnológicas. Sem isso, ninguém consegue ter um bom resultado. A empatia é importante para quem quiser ser um bom líder. Ela é a forma como entendemos e falamos com as pessoas.

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