A vida como ela é: Comprometimento

Hoje será assim, estilo Nelson Rodrigues em a vida como ela é: Sem rodeios, com objetividade.

Uma frase do fime Rocky Balboa, que relembra comprometimento:

“E quando as coisas vão mal, você procura alguém para culpar, como se fosse uma sombra. O mundo não é um arco-íris em um amanhecer, na verdade é um lugar ruim e asqueroso. E não importa o tão durão você seja, apanhará e ficará de joelhos, se assim permitir. Nem você, nem ninguém baterá tão forte quanto a vida. Não importa o quão forte você golpeia, mas sim, quantos golpes você aguenta levar e continuar em frente, o muito que você possa aceitar e seguir adiante. Assim é a vida!.” (Rocky 6)

Vamos parar com esta frescura de quando algo dá certo é mérito meu e quando algo dá errado alguém culpado.

Isto não cola mais nem pra mãe daquele que afirma ser assim.

Precisamos de pessoas que sejam comprometidas!

Não aquele comprometimento de bar, onde se pede uma cerveja, diz que ama uma vadia e depois vai pra casa pedir desculpa pra sua mulher.

Comprometimento mais próximo do “Tamo junto”, “É nóis”  e o famoso “Tamo nas quebradas”.

Precisamos de comprometimento com os projetos e não apenas discursos bonitos de que vão ajudar e depois na última hora arranjam desculpas esfarrapas piores que beijo de parente gordo com boca cheia de bolo…

Precisamos de colaboradores que deem seu suor, seu trabalho, mas principalmente sua inteligência. Se for para guardar a inteligência pra si ou simplesmente não querer doar aos outros membros da equipe melhor ficar em casa. Nas palavras do Nelson Rodrigues: “Invejo a burrice, porque ela é eterna”.

Precisamos de colaboradores que compreendam o que Nelson Rodrigues disse nesta frase: “Sem paixão não dá nem pra chupar picolé”.

Quer dizer, imaginar uma gostosa chupando o picolé a maioria pensou (além de outras coisas…), agora compreender que o objeto de reflexão deveria se concretizar em paixão e na pureza de um sorver um picolé, a maioria passou longe!

Aliás, a maioria passa longe destas reflexões. A maioria das pessoas trabalha por dinheiro, quer dizer, trabalha pela consequência e não pela causa. Se você trabalha por dinheiro, problema é seu. Agora, se você tem paixão pelo que faz, o dinheiro será seu amigo e lhe fará companhia sempre.

Em suma, precisamos de paixão, precisamos de amor, precisamos de adultério. Sim, precisamos da desculpa do adultério, quer dizer, sair da rotina, quebrar paradigmas, ser alguém mais amado e feliz e não do adultério em si, que em nada contribui a evolução da alma humana.

Enfim, rápido, direto e rasteiro: Precisamos de tesão para nossa vida. Foda-se o moralismo sem noção. Faça um pacto com Nelson Rodrigues e o seu destino: Seja a diferença, sendo diferente.

Não concordou comigo em nenhuma palavra? Ótimo. Eu aprendi com Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”.

Desde então, penso, raciocino e vez em quando exteriorizo.

A vida como ela é.

A vida como nós fizemos que ela seja.

E tenho dito.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

 

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