Você se considera bonzinho?

Muitas pessoas pensam que ser bonzinho, significa ser o melhor, o mais aceito, o mais amado, o mais querido.  Em fato, ser bonzinho é um problema. Ser bonzinho pode demonstrar uma fraqueza e não um benefício.

Um artigo publicado na InfoMoney recentemente aborda este tema. Leia na integra aqui.

Destaco parte do artigo:

(…) No ambiente corporativo, quem possui estas características tem o crescimento na carreira atrasado. Mas não adianta culpar os outros por isso. A “culpa” provavelmente é da própria pessoa.

(…) A especialista acrescenta que a promoção não vem porque a empresa pode acreditar que este profissional será facilmente manipulado, seja pelos seus colegas ou pela sua própria equipe. “Ele não consegue ser firme. Além disso, pode deixar os colaboradores fazerem tudo que quiserem”.

(…)

Além disso, ela explica que o profissional bonzinho geralmente perde o foco do trabalho, porque interrompe as suas atividades para atender qualquer chamado, prejudicando a si mesmo, por não finalizar o que precisa, e a empresa que contava com aquela atividade.

Mas para Mirna, quem se encaixa neste perfil só deve mudar se achar necessário, ou seja, não adianta o colega, chefe ou alguém próximo querer que a pessoa mude seu comportamento. “Ela deve procurar mudar se achar que está sendo prejudicada”.

Ou seja, o profissional dito bonzinho acaba sendo preterido em cargos e ascensão profissional, pois a empresa pode pensar que ele é influenciável, e mais, que ele não sabe dizer não.

Aliás, amanhã vamos abordar a questão do não na vida profissional. Acompanhe conosco.

Contudo, não ser bonzinho não significa ser estúpido, grosseiro ou seco. Não ser bonzinho significa aceitar suas aptidões, suas verdades, defendê-las com força e vigor, sem precisar impor nada.

Ser bonzinho também não pode se confundir com integrar e liderar pessoas. Devemos demonstrar a felicidade, alegria e entusiasmo ao conversar, trabalhar e interagir. O que não podemos é nos tornar refém de nossos sentimentos. A razão sendo nosso líder, com certeza teremos um ser bonzinho dentro da naturalidade e aceitabilidade empresarial.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
www.gestao.adv.brgustavo@gestao.adv.br

 

 

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