Redes Sociais pra que te quero!?

Já discorremos inúmeras vezes sobre redes sociais neste espaço, sempre com foco em como elas podem ser úteis para conectar a novas pessoas, a novos contatos, para divulgar negócios, para demonstrar que o seu conhecimento pode ser útil para alguém.

Entretanto, as redes estão estão buscando seu curso natural de especialização, ou seja, por termos muitos assuntos, muito material, muita diversidade, na especialização encontramos pessoas focadas naquilo que lhe interessam e nada mais.

Seria nada mais?

Em Outubro de 2009 já havia notado este fenômeno, conforme artigo escrito abaixo: (Leia o artigo inteiro aqui)

Qual o papel das redes sociais nos negócios (incluído o cliente do escritório jurídico e o próprio escritório jurídico)?

Criar indicações, ampliar contatos, avalisar os negócios.

Se você conhece virtualmente um colega advogado no Piauí e você está no RS. Vocês conversam, trocam ideias, etc. Quando você precisar de algo no Piauí vai procurar a lista telefônica ou a rede de contatos?

Na esteira desta ideia estão sendo criadas várias redes de contatos nas mais diversas áreas, seja na advocacia seja na construção civil.

A proposta é ter membros que possam interagir entre si, com segurança, confiabilidade e a vantagem de se posicionar como uma rede, ou seja, uma marca única, com inúmeros adeptos.

A ideia é muito interessante, contudo ainda penso que está embrionária, posto que vemos estas redes conseguirem preço na hora de comercializar um produto, mas não consegui ver estas redes desenvolverem a interação entre seus membros de maneira a gerar mais e mais negócios entre eles.

Da maneira que estamos caminhando nas redes sociais temos muitas alternativas de futuro. Uma delas é o feudalismo.

Como assim?

Vamos raciocinar: Se as redes começarem a crescer, teremos em breve grandes redes com vários membros em cada uma, se posicionando no mercado como redes e não mais como indivíduos. Então, será muito mais fácil pra ti que pertence a rede “A” comprar, vender, organizar dentro da rede “A”, pois para negociar com a rede “B” você terá que negociar como alguém que pertence a rede “A” e quer negociar com a rede “B”, ou seja, não será uma negociação direta, será através das redes.

Não era igual nos feudos? Cada feudo com sua própria economia, vivendo de pequenas interações entre eles?

Ou seja, ou nos especializamos para termos espaço dentro daqueles que querem nossos produtos e serviços ou podemos estar fora do mercado, mesmo estando dentro das redes.

A exemplo disto temos alguns exemplos recentes de redes sociais focadas:

TAPIX – Rede social voltada a investimentos e negócios na bolsa.

Centro de Estudos da OABRS – Rede social voltada ao estudo do direito, gestão, tecnologia, etc.

OrdemConnect – Rede social da OAB de Ribeirão Preto, voltada ao estudo do direito, oportunidades de estagio, profissionais, etc.

Penso que temos ainda muito espaço para especialização destas redes redes, principalmente com as profissões e seus mercados.

E você? Participa de redes sociais específicas? Divida conosco suas experiências!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

 

 

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