Amante da arte real

Semana passada (mais precisamente no dia 22 de Setembro), foi comemorado (?) dia dos amantes. Uma data que não poderia passar em branco.

Por que?

Porque quem advoga, ama a sua profissão. Advogar, realmente é uma arte que não é para qualquer um. Advogar requer esforço, aptidão, desejo, e principalmente amor.

Amor para abrir mão de certos prazeres mundanos em prol daquele prazo, daquele cliente que está preso precisando de um habeas, daquele cliente que deixou para o último dia para te procurar, enfim, o cotidiano de qualquer profissional da advocacia.

Você já se perguntou porque as pessoas tem amantes?

Insatisfação com o parceiro atual?

Aventura?

Necessidades físicas?

Muitos são os motivos alegados e na vida profissional dos amantes do direito temos as mesmas razões para estar ao lado ou não de clientes e parceiros de negócios.

Pessoas amam o que fazem. Pessoas buscam outras pessoas ideologicamente similares para se relacionar, seja no lado afetivo, seja no lado profissional.

A química entre as partes tem que existir inclusive para gerar a relação de confiança entre cliente e contratado.

O que você tem feito na sua relação com os clientes para ser digno dele manter-se fiel?

Uma reflexão importante. Não adiante ligar para ele quando vencer ou perder a ação. Ele quer fidelidade, cumplicidade, ele quer ser informado com uma certa periodicidade.

Muitos relacionamentos caem na rotina e pessoas buscam noutras relações a satisfação da quebra da rotina.

Se o seu cliente ficar no marasmo com você ou com seu escritório, o amor de muitos anos pode ser trocado por um escritório bem jovem, mais arrojado, que dê mais prazer (informação) ao cliente.

Lógico, não somente informações resolvem a fidelização, mas já é um bom começo.

Pense nisto e tome atitudes concretas no relacionamento seu com o cliente.

Divido um texto sobre amantes para reflexão:

 

Quem é o seu amante?
 (Jorge Bucay – Psicólogo)

Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. 
Há também as que não têm, e as que tinham e perderam.
 Geralmente, são essas últimas que vêm ao meu consultório, para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
 Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver 
e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
 Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
 Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: “Depressão”, além da inevitável receita do antidepressivo do momento. 
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum antidepressivo; digo-lhes que precisam de um
 AMANTE!!!
 É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
 Há as que pensam:
“Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas”?! 
Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
 Para aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
 “AMANTE é aquilo que nos apaixona; é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono; é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
 O nosso “AMANTE ” é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
 É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
 Às vezes encontramos o nosso ”AMANTE” em nosso parceiro. 
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto…
 Enfim, é “alguém” ou “algo” que nos faz “namorar a vida” e nos afasta do triste destino de ir levando.
 E o que é “ir levando”?
 Ir levando é ter medo de viver.  É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
 Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje,  fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.
 Por favor, não se contente com “ir levando”…  Seja também um amante e um protagonista DA SUA VIDA!
Acredite:
O trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
 O trágico é desistir de viver…
 Por isso, e sem mais delongas, procure algo para amar…
 A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:

 PARA  ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA.

E você leitor?

Ama a sua vida? Aprendeu a namorar seus clientes?

Ainda não? Cuidado… Clientes internos (colaboradores) e externos são fundamentais para a sobrevivência da empresa!

Comece o namoro agora!!!Seja um amante da arte real, ou seja, dê amor a bela arte da vida.

Ame muito! E seja feliz!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

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