Seremos um dia todos amigos?

Esta pergunta foi feita numa prosa de Sergio Rodrigues, escrita na revista Veja virtual na semana passada. Leia a prosa na íntegra aqui.

A prosa termina de um jeito inusitado, trabalhando a ideia de que desconhecidos ou quase conhecidos nem sempre serão amigos.

E na vida real? E na vida virtual?

Afirmam por aí se conhecermos um determinado número de pessoas, podemos nos conectar a qualquer pessoa, pois as redes de contatos de cada um dos nossos contatos pode nos levar  a inúmeros outros.

Pessoas ligadas a pessoas, que conhecem outras pessoas, que indicam outras pessoas ainda, formando um emaranhado de pessoas conhecidas ou não, conectadas ou não.

Vou pegar um exemplo simples, conforme quadro abaixo, extraído do meu perfil pessoal do LinkedIn:

Ou seja, tendo 761 conexões consigo chegar a milhões de pessoas, sendo que colhi este dado no dia 31 de Julho, portanto em apenas um dia, mais de onze mil pessoas novas adentraram a minha rede (conexões que tenho).

Estamos considerando apenas uma rede, quem nem é a maior em números de contato que possuo.

Por lógico, não conheço pessoalmente todas estas pessoas. Conheço algumas pessoalmente, outras me conhecem pelo portal GestaoAdvBr, outras por indicação, outras assistiram minhas palestras, cursos, eventos, outras apenas quiseram conversar. Importa é que todas estão conectadas, recebendo informações e a minha marca diariamente.

Seremos todos nós amigos? Não sei.

Sei apenas que estamos caminhando para uma sociedade mais conectada, próxima virtualmente, e, infelizmente, ausente, quando precisamos dela fisicamente.

Este contexto influencia diretamente os negócios.

A indicação continua importante, talvez mais importante do que antes.

Antigamente buscavamos indicação para obter melhores resultados. Hoje, buscamos indicação pelos resultados e por termos opções demais.

Antes, eram dois partidos políticos. Agora são mais de 20.

Antes, eram 2 marcas de sabão em pó relevantes. Hoje, no mínimo 5.

Antes, poucos profissionais tinham espaço no mercado. Hoje, inúmeros tem.

Como separar o que é bom do que é mediano/ruim?

A indicação tem um poder forte nesta decisão.

Indicação que pode ser direta de alguém que usa o serviço e nós conhecemos. Indicação que pode ser de clientes que usaram o serviço e põe seu depoimento no site ou na internet. Indicação que pode ser através das redes sociais.

Talvez não sejamos todos amigos diretos… Mas, indiretamente, estamos sendo amigos de muita gente!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

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