Egos, visões e o seu negócio

Hoje, mais do que nunca, estamos numa era diferente. Estamos vivenciando uma sociedade em que o individuo pensa mais individualmente do que coletivamente. O indivíduo quer o melhor para si, explodam-se os outros. Talvez uma visão que sociamente aprendemos depois de ver tanta injustiça e crueldade naqueles que deveriam pensar o nosso coletivo.

Agora, jamais podemos culpar os outros pelas nossas atitudes. Somos nós, maduros ou não, formados ou não que escolhemos nosso jeito de agir, pensar e viver a vida. Se muitos andam a sombra de outros, foi por escolha, independente de ser consciente ou não esta escolha. Não acredito simplesmente em destino. Acredito sim, na bondade Divina, na escolha de determinados caminhos, frente as minhas escolhas, enfim, acredito muito no livre arbítrio.

Porque esta introdução psicológica e pessoal antes do tema central do artigo? Para explicitar que cada um ao lê-lo poderá ter uma visão diferente, sem ser que esta ou aquela visão seja a correta. Afinal, egos, visões e o próprio negócio são formados por cada um em prol do negócio como um todo.

Por falar nisto, como você anda refletindo sobre o seu ego e a sua visão de negócio, pessoas e estrutura?

Aliás, você pega um tempo para si e pensa nisto?

Você analisa como está o seu negócio a partir da sua visão pessoal e decisões?

Sim ou não? É amigo leitor, isto já um bom exemplo de decisão pessoal: Tenho ou não tempo para mim, para o meu crescimento, para o meu amadurecimento.

E o que isto tudo tem a ver com negócio?

Em primeiro lugar, porque serão as tuas atitudes, visões e decisões que levam ou não o negócio adiante. Em seguida, porque atualmente estamos vivenciando verdadeiros rachas de escritórios, saídas de sócios, troca de advogados em prol de motivos que muitas vezes questionamos serem válidos em termos de carreira, em termos de visão estratégica, em termos inclusive financeiros.

Nem tudo na vida é formado e lapidado pelo dinheiro. Aliás, aquele que assim pensa, vale menos do que o dinheiro que acha que representa.

É importante analisar o porque do mercado estar assim. Apenas bonança econômica? Apenas individualismos? Será?

Penso que é um conjunto da obra. Temos cada vez mais diretores, sócios, CEOs jovens. Isto é ótimo, não tenho leitura contrária a tanto. Contudo, são formas de ver a vida completamente diferente dos anos 80 e 90. Em 30 anos temos variações fortes economicas, sociais, culturais e tecnológicas.

Durma com um barulho destes!

São tantos fatores e uma verdade: Todos continuam buscando o que o seu inconsciente nasceu para buscar: A felicidade. O conceito de ser feliz pode ter mudado, alguns apelam para material, outros para o profissional, outros ainda para o espiritual…

Você percebe esta mudança social? O que pensa dela? Já imaginou os próximos 10 anos como serão?

O seu negócio precisa existir nos próximos 10 anos e você deve estar preparado para todas estas mudanças…

Pense e aja diante disto!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

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