Ferradura e o Sucesso da Sua Empresa

“Por causa de um prego, perdeu-se uma ferradura.
Por causa de uma ferradura, perdeu-se um cavalo.
Por causa de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro.
Por causa de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha.
E assim um reino foi perdido.
Tudo por causa de um prego.”

Autor desconhecido.

Esta estória narra a realidade de muitas empresas que possuem funcionários que pensam igual ao ferreiro: Um prego não vai fazer a diferença…

Quando se pensa assim, está se cometendo pelo menos dois erros: O de achar que o seu trabalho nada vale e de que ninguém vai perceber se o fizer mal feito.

Se você acha que o seu trabalho não vale nada, porque continua trabalhando nesta empresa?

Se pensarmos um pouco, apenas um pouco, vamos raciocinar que empresa nenhuma iria contratar alguém que não tivesse função ou lhe fosse útil.

Da mesma forma, não há razão para quem contrata esperar que o funcionário seja um robô, que não faz nada além do que lhe é ordenado fazer.

O sucesso reside justamente em fazer a estória ao inverso: Se for cometer um pecado no trabalho que seja pelo excesso e não pela omissão.

A omissão é o primeiro e, as vezes último, sinal de que a empresa não exerce mais o fascínio no empregado. Lógico, temos que ponderar que não se pode estar estimulando alguém 24 horas por dia e que salário não é a única forma de encantar o funcionário.

Quando o funcionário começa a trabalhar no automático ou de maneira padrão é um sinal de que ele já foi melhor e agora está num período de baixa. Não quer dizer que tenha que demiti-lo. Mas, ser franco que o seu rendimento está abaixo do esperado e questionar o porque disto. Nesta conversa será uma excelente oportunidade de avaliar o perfil emocional do mesmo.

Então, vamos pensar sob dois aspectos:

Você, funcionário, se começar a sentir que o trabalho não lhe motiva, está desconcentrado, sem ideias e sem ânimo, cuidado, luz vermelha, pense e repense suas atitudes e até o seu futuro na empresa.

Você, empregador, se perceber as atitudes de omissão e desídea de um funcionário, converse com ele, busque os motivos, antes de qualquer atitude mais drástica.

Afinal, sob ambos os ângulos estamos pensando sob o aspecto do trabalho: Se o funcionário não está produzindo a contento, toda engrenagem da empresa está a perigo, independente do cargo que ocupa.

Pense nisto!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – http://www.gestao.adv.br | blog.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br

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