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Publicado 24/12/2009 por Gustavo Rocha
Categorias: Gestão.Adv.br

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Twitter gera negócios?

Publicado 23/12/2009 por Gustavo Rocha
Categorias: Gestão.Adv.br, Redes Sociais, Relacionamento, Twitter

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O Twitter é alvo constante de críticas e defesas apaixonadas.

Temos inúmeros advogados utilizando esta ferramenta para se comunicar. Seja para comentar de palestras, eventos, bem como informando a comunidade os seus direitos em qualquer cidade do Brasil.

A grande pergunta é: O Twitter é capaz de gerar negócios para escritórios jurídicos?

Penso que não apenas o twitter, mas qualquer rede social como facebook, plaxo, etc são ferramentas. Quem gera negócios são as pessoas.

No meu ver a grande realidade de hoje são os relacionamentos, portanto as redes em si.

As ferramentas existem várias. Mas, apenas lançar dados no twitter não fará que o cliente vá ao seu escritório.

Todavia, o fato de postar constantemente no twitter pode se traduzir em:

* Demonstrar conhecimento sobre uma determinada área de atuação;

* Demonstrar que está presente em eventos de relevância, ministra palestras, etc;

* Demonstrar que estás on line, conectado com o público de forma virtual;

São três possibilidades interessantes de marketing pessoal.

É sabido que o twitter é utilizado pelas classes A, B e C, basicamente. Então, estamos atingindo um público seletivo, que tem um certo poder aquisitivo, pesquisa na internet, geralmente sabe o que quer.

Para este tipo de público, estar on line não é importante. É fundamental.

Respondendo o questionamento do título: Sim, o twitter pode gerar negócios, depende de como você interage com o público das redes que ele pode proporcionar. Não, ele não gera negócios se for usado apenas como comentários de futebol e novelas.

Pense em como você se posiciona. Como profissional ou pessoal?

Faz toda a diferença. Na dúvida, crie dois perfis. Não macule a sua marca.

E continue investindo nas redes sociais, afinal, quem não é visto não é lembrado!!!

Riqueza é um tabu, concordas?

Publicado 22/12/2009 por Gustavo Rocha
Categorias: Advocacia, Gestão.Adv.br, Informação, Pensamento

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“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os  ricos  pela  prosperidade.  Para  cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo  que  não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia  de  que  não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la,  e  quando  esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, assim chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível  multiplicar riqueza dividindo-a.”

Adrian Rogers, escreveu em  1931

 

Este pensamento nos traz uma reflexão interessante e importante: Qual o valor que você dá a riqueza?

Não discorro da riqueza como apenas o dinheiro, mas sim como sucesso, poder, fama, claro, dinheiro e, sobretudo, valor, valoração.

Você vê o dinheiro como problema?

Certamente a resposta será: Claro que não, dinheiro é solução!

Contudo, não falo da resposta óbvia. Falo da reflexão necessária, das atitudes que norteiam o teu caminho.

Quem não vê a riqueza como problema sabe que para crescer é necessário trabalhar. E trabalhar muito. Como se diz no jargão popular “Não existe almoço grátis”. Existem contrapartidas para ações que são realizadas.

Você quer fazer uma parceria?

A primeira pergunta é o que a outra parte vai ganhar com isto?

A segunda pergunta é o que vamos conseguir crescer com a parceria?

A terceira pergunta é qual a chance de termos sucesso?

De posse destas respostas, podes começar a elaborar ou não uma parceria.

Atualmente as parcerias são uma fonte de riqueza. Se você compreende que ao fazer uma parceria não está dividindo, mas sim somando, ótimo.

Agora, se você pensa que somente o outro deve dar algo e você apenas receber, você não sabe trabalhar com a riqueza.

Outra visão deturpada em relação a riqueza é em relação ao que se ganha pelo trabalho. É muito comum o funcionário sentir-se desvalorizado, achar que ganha salário baixo, não sente-se motivado, incentivado, etc.

Contudo, o salário não pode ser o único motivador profissional. E aliás, salário não é riqueza, é dinheiro. Riqueza é mais amplo, é o conceito em si de valoração do dinheiro, da percepção disto.

Voltando, um funcionário deve compreender que o dono do negócio trabalhou arduamente para construir aquele império e hoje recebe por tudo que investiu e trabalhou.

Mesmo concordando que devemos remunerar adequadamente, motivar os funcionários, etc, não podemos deixar de analisar que tudo que foi construído tem um valor, tem um preço.

A mesa, computador, folha, impressora não saem de graça. Não existe nada de graça.

Aproveite esta época mágica do Natal para repensar seus valores.

Não deixe de ajudar os outros, contudo, valore o quanto cada coisa vale na sua vida.

Não dê valor só porque um produto custa tanto. Tipo, um tubo de oxigênio custa R$ 200,00 (duzentos reais) por exemplo. Este é o valor. Agora, para uma pessoa que não está conseguindo respirar direito, este tanque pode custar a vida.

A valoração é a real riqueza. O valor é apenas dinheiro.

Pense nisto.

 

Quanto vale o seu trabalho?

Publicado 21/12/2009 por Gustavo Rocha
Categorias: Advocacia, Diferencial, Gestão.Adv.br, Honorários

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Recebi a indicação deste video abaixo por Rudinei  Modezejewski e vale a pena a reflexão proporcionada.

http://www.overstream.net/view.php?oid=lkmrs1iwill4

A pergunta inicial é: Quanto vale o seu trabalho?

Isto porque claramente percebemos que em nenhum momento o entrevistado está se negando a fornecer a “entrevista”, bem como não está interessado em midia. Ele está interessado em ser remunerado por aquilo que faz, ou seja, pelo seu conhecimento, nome, enfim, pela sua entrevista.

Quando um advogado faz um contrato de resultado, ele está fazendo o quê na verdade? Está assumindo um risco que não é seu.

Você já se questionou se o seu médico assumiria o risco da cura de um cancer para depois receber o seu pagamento?

Porque o advogado deve esperar anos para receber algum valor se ele não deu causa a nada do que está defendendo?

Se alguém procura um advogado porque não efetuou pagamento do INSS e está prestes a ser preso ou tem uma execução contra si, a culpa disto é do advogado? Ou será que o advogado é a pessoa mais indicada para resolver este assunto?

Esta inversão de valores está clara nos dias de hoje.

Não estamos valorizando a profissão, conhecimento, dedicação. Estamos valorizando resultados, sendo que estes não dependem unicamente do profissional envolvido.

Quantas e quantas vezes verificamos que o judiciário muda de posição em relação a determinadas ações? Se você entrou em 2002 com uma ação revisional de leasing você tinha uma súmula que dizia que o contrato era descaracterizado se o pagamento do VRG fosse parcelado. Apenas um ano depois, o STJ revogou esta súmula e valeu exatamente o contrário do que antes era válido. Se você empregou seus honorários em resultado, apenas um ano depois sua chance de resultado é zero.

Em bom português: Valorize seu trabalho. Aprenda que negociar, ser maleável, não significa menosprezar, ser indiferente, tratar o seu conhecimento como sendo senso comum. Você estudou, buscou diferenciais, encontrou o seu caminho. Não jogue isto no lixo.

Reflita sobre isto e leia uma interessante crônica de João Ubaldo Ribeiro sobre este assunto http://www.almacarioca.com.br/cro68.htm

Pensamento de final de semana: A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

Publicado 19/12/2009 por Gustavo Rocha
Categorias: Gestão.Adv.br, Pensamento

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Com a proximidade do Natal, cujo símbolo máximo é o perdão, brindo-lhes com este pensamento de final de semana:

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no
assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns
serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai
dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo
tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma
pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no
varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O
varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços certavam o
alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela
brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande
espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você.
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos…

Moral da história
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidados com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino


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